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Continue lendo →: Outubro Rosa: Mulheres cadeirantes também têm MAMAS!Minha primeira consulta com um ginecologista aconteceu quando eu estava perto dos 40 anos. E olha, não foi exatamente uma experiência tranquila. Fui acompanhada pela minha mãe e por uma amiga. Eu não queria que minha mãe entrasse comigo no consultório, mas ela insistiu. Naquela época, acreditava que eu ainda…
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Continue lendo →: O capacitismo quer decidir por nós: quem escolhe como devemos viver?Você já percebeu como algumas pessoas parecem saber o que é melhor para uma pessoa com deficiência, mesmo sem perguntar o que ela pensa ou deseja? Isso acontece em diferentes situações: no trabalho, nas relações familiares, quando alguém oferece ajuda sem perguntar e até quando o assunto é nossa vida…
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Continue lendo →: Capacitismo: você já percebeu como ele aparece no dia a dia?Sabe aquelas situações em que alguém olha para uma pessoa com deficiência e já imagina o que ela consegue ou não fazer? Ou quando outra pessoa responde por ela, sem nem dar a chance de falar? Nem sempre quem pratica percebe que está reproduzindo um preconceito. Estou falando do capacitismo,…
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Continue lendo →: Minha cadeira de rodas não é um carrinho de bebêVocê já imaginou crescer, chegar à vida adulta e perceber que sua família ainda enxerga você como uma criança? Por muito tempo, tive essa sensação. Era como se minha cadeira de rodas tivesse se transformado em uma extensão de um carrinho de bebê. Quando eu era bebê, usei um carrinho,…
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Continue lendo →: Setembro Verde: inclusão também é sobre você.Quando você pensa em inclusão, o que vem à sua cabeça? Talvez uma rampa, uma vaga reservada ou uma campanha de conscientização. Tudo isso importa, claro. Mas inclusão também está nas coisas mais simples da vida: poder escolher onde ir, trabalhar, estudar, encontrar os amigos, frequentar um restaurante ou simplesmente…
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Continue lendo →: Por que você quer usar sapatos se você não anda?Por que você quer usar sapatos se você não anda? Essa foi uma pergunta que ouvi do meu pai. E, confesso, ela diz muito sobre a maneira como algumas pessoas ainda enxergam a deficiência. Mas vamos combinar: desde quando gostar de sapatos depende de andar? Eu sou mulher, sou cadeirante,…
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Continue lendo →: Olá, mundo!Bem-vindos ao universo da Gata de Rodas! Aqui, a gente não pede licença para existir. A gente ocupa. A gente fala. A gente deseja. A gente vive. Ser uma pessoa com deficiência não nos torna menores, frágeis ou invisíveis. Somos potência, somos pluralidade, somos corpo, desejo, atitude, autonomia e liberdade.…
